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  1. Feb 2026
    1. Barberà (2004). La educación en red. Barcelona: Paidós

      La educación en red (Barberà, 2004) continua a ser uma obra relevante pelos seus fundamentos e pelo foco na mediação pedagógica, mas reflete uma geração anterior da educação em rede, anterior à generalização das redes sociais, à ubiquidade móvel e à incorporação da Inteligência Artificial, num contexto tecnológico e pedagógico muito diferente do atual. A bibliografia confirma a desatualização deste texto de Maria de Fátima Goulão [

    2. Refere a necessidade de identificar os momentos críticos paraa intervenção docente

      Sim, muito importante esta necessidade mencionada por Maina de @ docente identificar momentos críticos para a sua intervenção e não ocupar todo o espaço com o seu discurso e a sua imagem. Esta Micro-Credencial ganharia em tomar esta sugestão em consideração.

    3. dicar o que os alunos precisam fazer,como devem fazê-lo

      Dizer a@s estudantes do ensino superior o que devem fazer e como devem fazê-lo não @s ajuda muito a desenvolver a autonomia e há ferramentas de IA que @s ajudam mais do que 1 docente que esteja lá para lhes dizer o que fazer e como fazer... Esta visão do ensino-aprendizagem está mesmo muito ultrapassada

    4. Determinar as etapas que os alunosirão precisar para concluir a atividade.

      Se for feito com @s estudantes, talvez possam compreender e seguir melhor o processo, em vez de lhes dar um roteiro de aprendizagem que têm de ler e seguir.

    5. Identificar o objetivo da aprendizagem: O que se quer que osalunos aprendam com a atividade.

      Outra estratégia é deixar @s estudantes decidir o que querem aprender com a atividade e, a partir daí, então definir objetivos com el@s.

    6. os itens a ter em conta são o conhecimento dos critérios de avaliaçãoe a adequação do tempo para a realização da tarefa.

      Concordo totalmente e a Micro-credencial ganharia em melhorar nesta dimensão.

    7. é tambémrelevante que as atividades propostas ao longo da ação formativa sejamdiversificadas e estejam de acordo com o nível educativo dos alunos;

      Concordo totalmente. Se estivermos a falar com estudantes docentes do ensino superior, temos de propor atividades que estejam de acordo com o nível educativo "destes alunos".

    8. onde seinclui o pensamento crítico, a resolução de problemas, a colaboração ea comunicação.

      Para se conseguir pensamento crítico tem que se valorizar o pensamento crítico, o que é muitíssimo difícil para algumas pessoas. Um dos probemas é que, muitas vezes, a prática mostra que está tudo centrado predominantemente na exposição prolongada do docente, que responde ao pensamento crítico d@s estudantes de forma defensiva, em vez de o encorajar, seguindo modelos pedagógicos de transmissão de conteúdos com retórica colaborativa, que impedem um verdadeiro ecossistema de aprendizagem em rede.

    9. Se entendermos as e-atividadescomo uma sequência de aprendizagem podemos considerar que asmesmas promovem o diálogo e a colaboração

      não concordo ou então não estou a perceber o que a autora entende por uma sequência de aprendizagem...

    10. mundodigital atual

      Atual? com referências de há mais de 10 anos? Sem uma única referência à Inteligência Artificial e à forma como @s estudantes aprendem? Tenho mais uma vez muita dificuldade em perceber o que se defende aqui

    11. As diferenças fundamentais das e-atividades, relativamente a contextospresenciais, encontram-se na possibilidade que a rede nos oferece aofavorecer contextos interativos com a informação, como entre, por umlado professores e alunos; por outro, entre alunos entre si

      Tenho alguma dificuldade intelectual em compreender a diferença, já que não há diferença nenhuma. As atividades presenciais também permitem favorecer contextos interativos com a informação, entre profs e estudantes e estudantes entre si. É que não percebo mesmo o que a senhora está a dizer.

    12. al, as e-atividades são o elemento que facilita ainter-relação entre o Ensino e a Aprendizagem.Figura 3.3. | Papel da e-atividadeAs diferenças fundamentais das e-atividades, relativamente a contextospresenciais, encontram-se na possibilidade que a rede nos oferece aofavorecer contextos interativos com a informação, como entre, por umlado professores e alunos; por outro, entre alunos entre si. Esta possibilidadepermitirá realizar tarefas individuais, mas também de grupo, colaborativas.Falamos agora de estratégias de ensino e de aprendizagem no contextodigital como sendo aquelas que são utilizadas para apoiar a aprendizagemmediada pela tecnologia. As e-atividades são uma forma de estratégia deaprendizagem digital que envolve a utilização de atividades interativas,recursos e ferramentas digitais para apoiar a aprendizagem dos alunosCAPÍTULO 3

      Pode facilitar, mas não tem de haver ensino nenhum. Em educação não formal, não se ensina, aprende-se sem ser ensinado. Ou seja, e-atividade » aprendizagem. O esquema é de 2014, muito desatualizado.

    13. Mais uma vez não faz sentido falar de conhecimentos e competências. Seria bom explicar à autora que os conhecimentos e as habilidades são dimensões das competências... Na página 36, a autora fala de habilidades, competências e conhecimentos! Não faz mesmo ideia do que são competências.

    14. gumas das estratégias de aprendizagem mais incluem,a organização de informações – fazer resumos, criar mapas mentais, porexemplo; a elaboração de conceitos – relacionar novas informações comconhecimentos já existentes, fazer analogias, entre outro

      Tudo isto é atualmente feito pel@s estudantes com recurso a IA. O texto está muito desatualizado. Referências bibliográficas de 2004, 2006 e 2011... @s estudantes precisam hoje de aprender outras coisas (entre outras, a usar a IA) e com outros métodos.

    15. Como é possível apresentar citações com erros graves de português a estudantes? Não é pedagógico. Depois queixam-se que @s estudantes não sabem escrever...