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  1. Feb 2021
    1. Em termos de operacionalização, devem serconsiderados os comportamentos específicosdo psicólogo e os passos para a realização dodiagnóstico com um modelo psicológico denatureza clínica

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    2. os dados descrevemo que uma pessoa pode ou não fazer no con-texto da testagem, mas o psicólogo deve ain-da inferir o que ele acredita que ela poderia ounão fazer na vida cotidiana

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    3. Por último, existe um objetivo de períciaforense. O exame procura resolver questõesrelacionadas com “insanidade”, competênciapara o exercício de funções de cidadão, avalia-ção de incapacidade ou de comprometimen-tos psicopatológicos que etiologicamente pos-sam se associar com infrações da lei, etc

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    4. Um psicodiagnóstico também pode ter umobjetivo de prevenção. Tal exame visa a identi-ficar problemas precocemente, avaliar riscos,fazer uma estimativa de forças e fraquezas doego, bem como da capacidade para enfrentarsituações novas, difíceis, conflitivas ou ansio-gências.

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    5. Através do exame, procura-se enten-der a problemática de um sujeito, com umadimensão mais profunda, na perspectiva his-tórica do desenvolvimento, investigando fato-res psicodinâmicos, identificando conflitos echegando a uma compreensão do caso combase num referencial teórico.

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    6. Entretanto,se o objetivo é atingido por meio de um psico-diagnóstico, obtêm-se evidências mais objeti-vas e precisas, que podem, inclusive, servir deparâmetro para avaliar resultados terapêuticos,mais tarde, através de um reteste.

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    7. O objetivo de avaliaçãocompreensiva con-sidera o caso numa perspectiva mais global,determinando o nível de funcionamento dapersonalidade, examinando funções do ego,em especial quanto a insight, para indicaçãoterapêutica ou, ainda, para estimativa de pro-gressos ou resultados de tratamento.

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    8. diagnóstico diferencial. O psicólo-go investiga irregularidades e inconsistênciasdo quadro sintomático e/ou dos resultados dostestes para diferenciar categorias nosológicas,níveis de funcionamento, etc

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    9. O examedo estado mental do paciente, por exemplo, éum tipo de recurso diagnóstico que envolve aexploração da presença de sinais e sintomas,eventualmente utilizando provas muito sim-ples, não-padronizadas, para uma estimati-va sumária de algumas funções

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    10. O plano de avaliação é estabelecido combase nas perguntas ou hipóteses iniciais, defi-nindo-se não só quais os instrumentos neces-sários, mas como e quando utilizá-los.

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    11. é um processo científico, li-mitado no tempo, que utiliza técnicas e testespsicológicos (input), em nível individual ou não,seja para entender problemas à luz de pressu-postos teóricos, identificar e avaliar aspectosespecíficos, seja para classificar o caso e pre-ver seu curso possível, comunicando os resul-tados (output), na base dos quais são propos-tas soluções, se for o caso.

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    12. É, pois, responsabilidade do clínico mantercanais de comunicação com os diferentes ti-pos de contextos profissionais para os quaistrabalha, familiarizando-se com a variabilida-de de problemas com que se defrontam e co-nhecendo as diversas decisões que os mesmos

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    13. Atualmente, há indiscutível ênfase no usode instrumentos mais objetivos, interesse porentrevistas diagnósticas mais estruturadas,notadamente com o incremento no desenvol-vimento de avaliações computadorizadas de per-sonalidade, que vêm oferecendo novas estraté-gias neste campo (Butcher, Keller & Bacon, 1985)

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    14. O entusiasmo que cercou o advento dastécnicas projetivas pode ser, em grande parte,explicado por dois fatores de peso: 1) o fatode que os testes, tão valorizados na época an-terior, principalmente na área militar e da in-dústria, já não pareciam tão úteis “na avalia-ção de problemas da vida (neurose, psicose,etc.)” (Groth-Marnat, 1999, p.4), e 2) a valori-zação atribuída pela comunidade psiquiátricaao entendimento dinâmico.

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    15. Por outro lado, ainda no século passado, acomunidade científica foi muito marcada pe-las descobertas ocorridas no campo da biolo-gia, com início na verificação da “correlaçãode síndromes clínicas com modificações mor-fológicas observadas na autópsia” (Klerman,1990, p.15) e continuada por outra série dedescobertas, como pelas “tentativas feitas paracorrelacionar síndromes mentais com achadosde autópsia e dados bacteriológicos”

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    16. Aquele fim de século e o começo do seguin-te foram marcantes pelos trabalhos de Galton,que introduziu o estudo das diferenças indivi-duais, de Cattell, a quem se devem as primei-ras provas, designadas como testes mentais, ede Binet, que propôs a utilização do examepsicológico (por meio de medidas intelectuais)como coadjuvante da avaliação pedagógica.Por tais razões, a esses três autores é atribuídaa paternidade do psicodiagnóstico (Fernández-Ballesteros, 1986).

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    17. Numa perspectiva clínica, a avaliação que é fei-ta comumente é chamada de psicodiagnósti-co, porque procura avaliar forças e fraquezasno funcionamento psicológico, com um focona existência ou não de psicopatologia.

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    18. De alguma forma, pode-se pensar que astécnicas projetivas ambicionam medir o queHerman van Praag (1992) chamou de “psico-patologia subjetiva”, que, embora considere,“por definição”, mensurável, verificável e ex-tremamente importante para o diagnóstico, aomesmo tempo, acha que tais recursos virtual-mente inexistem (p.255).

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    19. Com tais perspectivas do ponto de vista clí-nico, salienta-se a importância do psicólogobem se instrumentalizar, principalmente no quese refere a recursos psicométricos, já que a ne-cessidade principal, em nível de contribuiçãopara o diagnóstico, tem sido definida como di-mensional (

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    20. Aqui, é o momento de lembrar o outro sen-tido em que pode ser empregada a expressãoestratégias de avaliação, agora com referênciaespecífica às medidas do psicólogo.

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    21. tende a aliarenfoques quantitativos e qualitativos e, assim,consegue testar, até certo ponto, a consistên-cia e a fidelidade dos subsídios que suas estra-tégias lhe fornecem, para chegar a inferênciascom grau razoável de certeza

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    22. Na primeira metade do século XX, predo-minaram “conceituações comportamentais epsicanalíticas”, enquanto a segunda metade foiassinalada pela chamada “revolução cogniti-va” (Mahoney, 1993, p.8)

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    23. Atualmente, o psicólogo uti-liza estratégias de avaliação psicológica, comobjetivos bem definidos, para encontrar res-postas a questões propostas com vistas à solu-ção de problemas.

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    1. gerenciarum grupo de supervisores (ACS), distribuir tarefas, zelar pelos equipamentos de coleta, e acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos

      É trabalho do ACM zelar pela excelência dos seus colaboradores, gerenciando os supervisores, delegando tarefas e cuidando do ambiente de trabalho.

    2. registrar todas as informações encontradas durante o percurso que não estejam atualizadas ou em conformidad

      Deverá ficar atento a divergências entre os registros prévios e o cenário atual

    3. coletará os dados da Pesquisa Urbanística do Entorno dos domicílios

      Atividade que irá ocorrer antes da coleta de dados pelo Recenseador, a Pesquisa Urbanística do Entorno dos Domicílios é importante

    4. estrutura organizaciona

      Coordenadores do Censo (Efetivo - Unidade Estadual)

      Coordenadores de área (Efetivo - Agências do IBGE)

      Coordenadores Censitários de Subárea (Contratados - Posto de coleta nos municípios-sedes)

      Agentes Censitários Municipais (Contratados - Posto de Coleta municipal)

      Agentes Censitários Supervisores (Contratados - Posto de Coleta municipal)

      Recenseador (Contratado - Posto de coleta municipal)

    1. Um tema fundamentala ser tratado de modo interdisciplinar é o sofrimento e a necessidade de criação de novos dispositivos de atenção psicossocial tendo em vista os assédios e violências psicológicas no trabalho apontando novas práxis para o psicólogo do trabalho e suas articulações com o campo da saúde do trabalhador e seus dispositivos institucionais como os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador.

      Posso me utilizar disso também

    2. quando emerge a sociedade capitalista, em que o trabalho assalariado, como produtor de riquezas, se torna a forma hegemônica de compreensão e classificação do fazer humano.

      Possibilidade de associar isso com a saúde mental da mulher lá.

    1. , Zucoloto (2013) disserta que existem mais dois tipos de ansiedade, a somática e cognitiva; explica que a ansiedade cognitiva está relacionada com um estado negativo de pensamento, ou seja, tendo uma crença que ocorrerá uma atuação desfavorável em sua performance de somática está vinculado com o corpo, pois o estado de ansiedade afeta o organismo do atleta e assim prejudicando em seu rendimento

      Dois tipos de ansiedade no esporte, segundo Zucoloto (2013): somática e cognitiva

    Annotators

  2. Jan 2021
    1. Essas podem ser agrupadas em quatro categorias principais: a) comportamentos relacionados à procrastinação, por exemplo, o adiamento das responsabilidades para a “última hora”, a demora em iniciar tarefas e a perda de tempo significativa nas redes sociais da internet, b) dificuldades em dizer “não” às demandas alheias, c) problemas para lidar com a carga horária de seus cursos, d) dificuldades em conciliar estudos, convivência familiar e lazer.

      Dentre as queixas comuns entre os participantes, essas são as quatro categorias nas quais os problemas enfrentados puderam ser agrupados.

    2. uso da agenda, planejamento equilibrado do dia, semana e mês, identificação das situações nas quais o estudante perde muito tempo, discernimento das tarefas importantes ou urgentes, e programação de espaços no dia a dia para lidar com imprevistos.

      Estratégias que foram divulgadas dentro das oficinas

    3. Ademais, acredita-se que o envolvimento significativo de alunos dos anos iniciais da graduação nas oficinas esteja relacionado à necessidade desses jovens em assumir uma postura ativa frente à adaptação à universidade, marcada pela necessidade de uma maior autonomia em relação ao aprendizado e pela busca de conhecimentos e oportunidades extraclasse que, por sua vez, requerem uma gestão de tempo mais eficiente por parte dos estudantes (Soares et al., 2009)

      É importante termos conhecimento do período que nossos participantes vão estar e quais as principais queixas.

    4. eceptividade dos acadêmicos frente aos recursos metodológicos

      É muito importante que a gente possa compreender o que nossos participantes acharam dos recursos que fornecemos a eles e prestarmos atenção as principais dificuldades manifestadas.

    5. evitar interrupções desnecessárias, de conhecer as próprias limitações e de saber dizer “não”

      É importante que a pessoa promova, ao longo do processo de gestão de tempo, uma processo de gestão de si mesmo. Conhecer seus próprios limites, saber dizer não para certas tarefas e prazeres momentâneos, desenvolver o senso de responsabilidade e comprometimento consigo mesmo e com os outros sobre o que foi acordado, etc.

    6. definir horários para o lazer

      É necessário definir horário para se ter pausas entre as atividades e também poder promover o lazer, causando assim menos estresse a sobrecarga sobre o corpo e mente.

    7. priorizem as atividades importantes

      Após serem explicados o conceito de uma tarefa importante e uma tarefa urgente, foi recomendado que os alunos focasse a maior parte do seu tempo nas tarefas importantes, evitando que elas se tornem urgentes e causem uma maior complicação no futuro

    8. planejar o dia seguinte

      Separar um tempo para planejar o próximo dia ou os próximos dias, sendo a segunda opção vantajosa no sentido de já poder se preparar com maior antecedência mas também suscetível a mudanças por conta de uma maior distância entre planejado e real.

    9. centralização das informações

      Fazer com que as informações das tarefas e eventos estejam dispostas em um único documento (agenda ou celular) evita o desperdício de tempo na hora que você precisa buscar uma determinada informação, bem como direciona seus esforços de anotações para um mesmo objeto criando assim um hábito.

    10. Após

      Podemos pegar essa esquema que está sendo apresentado e adaptar para podermos montar o nosso próprio programa.

      Ex.: mistura essa parte da agenda e da importância com a o formulário da Tríade do Tempo pode gerar uma maior visualização das obrigações e ocupação do tempo

    11. prioridade, metas, planejamento diário e elaboração de plano

      A terceira geração juntou o que tinha sido produzido até então com os conceitos de prioridade e planejamento diário, bem como à preocupação de planos para por em alcançar essas metas.

    12. Uma das razões para isso é a tendência a dedicarmos maior atenção para atividades mais simples e com mais vantagens em curto prazo do que para outras, mais complexas e com benefícios obtidos somente a longo prazo (König, & Kleinmann, 2007)

      Isso me lembra da frase que Disciplina é uma das maiores formas de auto amor: diz respeito a trocar recompensar pequenas e imediatas a fim de obter as grandes de longo prazo.

    13. As dificuldades vivenciadas pelos estudantes estavam relacionadas à procrastinação, à incapacidade de dizer “não” às demandas alheias, à carga horária de seus cursos e à conciliação entre estudos, convivência familiar e lazer.

      Dificuldades enfrentadas pelos estudantes.

    1. cérebro é o órgão da mente; a mente é composto de capacidades inatas; cada uma dessas capacidades tem sua própria sede ou “órgão” dentro do cérebro; o tamanho de um órgão é proporcional a força da capacidade que lhe corresponde; o cérebro é moldado pelo tamanho desses órgãos; o crânio devendo sua forma ao cérebro,as proeminências de sua superfície revelam as aptidões e as inclinações individuai

      Premissas da Frenologia

  3. Dec 2020
  4. doc-08-9s-apps-viewer.googleusercontent.com doc-08-9s-apps-viewer.googleusercontent.com
    1. “O que vemos quando olhamos para uma tomografia computadorizada do cérebro?” sintetiza o problema que estamos investigando

      A problemática da neuroimagem funcional dentro da consolidação do sujeito cerebral.

    2. É por isso que, em nossa pesquisa, abordamos as neurociências como se incrustadas no tecido social, mais do que meramente como tendo “implicações sociais” ou um “impacto” na sociedade

      As neurociências saíram da posição de simplesmente causarem impactos sociais ou técnicos em outras ciências, e por isso elas serão consideradas como incrustadas no tecido da sociedade. O cérebro se tornou um agente social.

    3. O self genético poderia ser o mais forte competidor do sujeito cerebral, e, ainda assim, como um bioético suíço apontou,

      Apesar do self genético ser um forte competidor com do sujeito cerebral, este ainda ganha por conta da relevância que a sociedade concede a esses dados neurais na atualidade. Abaixo são descritas duas características que garantem essa supremacia

    4. A “pessoa” assim defi-nida seria um sujeito cerebral e seria caracterizada pela propriedade da “cerebralidade”, isto é, a propriedade ou qualidade de ser, ao invés de apenas ter, um cérebro (VIDAL, 2005, no prelo

      A pessoa deixa de ser caracterizada pelos múltiplos domínios sociais e passa a ser reduzida ao ponto dela "ser" o cérebro dela, e não uma pessoa que possui um cérebro

    5. as. Este artigo traça a diversidade de neuroculturas e as coloca num contexto maior, caracterizado pela emergência de “bioidentidades” somáticas que substituem noções psicológicas e internalistas de identidade individua

      Objetivo do artigo descrito no resumo

    6. ea. Chama-mos de “sujeito cerebral” a figura antropológica que incorpora a crença de que os seres humanos são essencialmente reduzíveis aos seus cérebro

      Definição de "sujeito cerebral" no resumo

  5. Aug 2020

    Annotators

  6. Jul 2020
    1. Cabe substituir o que se supõe ser uma paisagem plana na qual repousam consensos amplamente compartilhados pela ideia de um campo científico permeado por dissensos e conflitos

      Boa citação

    2. Eagleman propõe que a neuroplasticidade seja investigada. A ideia é usá-la como indicador da capacidade do indivíduo ser modificado pelo ambiente e, portanto, indivíduos com “pouca” neuroplasticidade poderiam ser legalmente retidos por prazo indefinido

      Também hardcore

    3. É citada vasta literatura corroborando que asáreas citadas estão ligadas ao autocontrole, ao planejamento a longo a prazo, à observância de normas sociais (córtex pré-frontal), bem como à empatia e novamente ao controle de impulsos agressivos (amígdala

      Adrian tem recursos de sobra para embasar tais afirmações

  7. Jun 2020
    1. Esse último dispositivo habilitaria a criança a interpretar o comportamento não somente emtermos volitivos e perceptuais, mas também em termos epistêmicos (pensamento,conhecimento, crença, etc.) e sua relação com a ação, utilizando­se do referencial de opacidadeoudecouple, descrito por Leslie (1987)

      O mecanismo da teoria da mente permite ao sujeito sair do campo das volições e possíveis ações para atuar também na esfera das crenças, desejos e experiências pessoais. Essa transposição ocorre por meio do processo de decouple descrito por Leslie, no qual é possível desvincular a metarepresentação do mundo real e "mexer nela"

    2. Esse último processo só se viabiliza através do recebimento de informações sobre oestado perceptual do agente (fornecidas pelo ID e EDD), as quais são então associadas ao seupróprio, através do mecanismo de atenção compartilhad

      O processo de relacionar o estado perceptual próprio com o do outro somente é possível mediante o mecanismo de atenção compartilhada

    3. Adotando uma perspectiva evolucionista, sustenta que a função dessesistema seria estabelecer ligações entre as propriedades do mundo, através de quatromecanismos básicos e interatuantes: detector de intencionalidade (ID); detector dedirecionamento do olhar (EDD), mecanismo de atenção compartilhada (SAM) e mecanismo deteoria da mente (ToMM

      Mecanismos propostos por Baron-Cohen

    4. Esse comprometimento acarretariadeficitsno comportamento social como umtodo e na linguagem. Osdeficitsde linguagem seriam uma conseqüência da incapacidade dessascrianças para se comunicarem com outras pessoas a respeito de estados mentais assim como osdistúrbios no comportamento social refletiriam a dificuldade em dar um sentido ao que aspessoas pensam e ao modo como se comporta

      Um bom resumo de parte da teoria da mente em autistas e posso me basear para começar a escrever

    5. a, aquilo que a pessoa acredita podeser mais relevante no desencadeamento de um dado comportamento do que quaisquercircunstâncias rea

      Papel da crença, falsa ou verdadeira, na determinação de uma ação

    6. O desenvolvimento de uma teoria da mente envolveria,então, não apenas uma representação interna a respeito das coisas mas também a capacidadederefletirsobre essas representações (Dennet, 1978)

      Para Perner a meta representação se encontra em um estágio mais avançado em relação a uma representação da representação

    7. Tem sido sugerido por alguns teóricos (Harris, 1994; Wellman, 1994) que uma teoria da menteoperante se refletiria na capacidade da criança em atribuir a si própria ou a outrem, estadosmentais como desejos, crenças e intenções ­ habilidade já presente ao redor dos três anos deidade

      Deve-se prestar atenção na idade destaca pelo autor, pois é nessa faixa a qual o autismo pode começar a ser percebido

    8. Entretanto, de forma diversa desse último, não postula uma primazia de umsistema (afetivo) sobre o outro (cognitivo) e sim, chama a atenção para o papel de ambos nodesenvolvimento social infantil. Para os autores, o comportamento de ‘atenção compartilhada’(isto é, a capacidade de dividir a experiência com objetos/eventos com o parceiro) ilustra oprocesso integrado de fatores afetivos e cognitivos, uma posição já defendida por Hermelin eO’Connor (1970) ao nomearam tal processo de sistema lógico­afetiv

      Mostrar isso para a Letícia e comentar sobre uma possível finalização do tópico para engatar com a minha parte

    9. . O autor explica o processo de distinção entrepensamento e realidade concreta a partir da percepção da criança de que diferentes pessoasconferem significados diferentes aos mesmos eventos do ambiente (Hobson, 1993a

      A convivência com outros indivíduos e a compreensão de que estes significam objetos presentes no mundo de forma diferente a nós desempenha papel importante na distinção entre realidade e pensamentos pessoais

    10. . Esse processo de desenvolvimento foi denominado porTrevarthen (1979) de ‘intersubjetividade primária’, isto é, a capacidade inata do ser humano paraestabelecer relações afetivas recíprocas, habilidade essa que o capacita a distinguir pessoas de‘coisas’ e de compreender os estados mentais do self e dos outro

      Processo de Intersubjetividade Primária e as relações afetivas recíprocas

    11. A teoria afetiva sugere que o autismo se origina de uma disfunção primária do sistemaafetivo, qual seja, uma inabilidade inata básica para interagir emocionalmente com os outros, oque levaria a uma falha no reconhecimento de estados mentais e a um prejuízo na habilidadepara abstrair e simboliza

      Hipótese das Teorias Afetivas

    12. o: a) uma reação autônomada criança à ‘rejeição materna’ cuja raiva leva a interpretação do mundo à imagem da sua cólerae à reação de desesperança (Bettelheim, 1967); b) uma cisão do ego precoce, ocasionando umadesorganização dos processos adaptativos e integrativos como falha na superação da posiçãoparanóide (Klein, 1965); c) um sintoma dos pais em que a mãe é vista como um vazio demanifestações espontâneas de sentimentos (Kaufman, Frank, Friend, Heims & Weiss, 1962); d)uma forma de ausência completa de fronteira psíquica decorrente de uma falta de diferenciaçãoentre o animado e o inanimado (Mazet & Lebovici, 1991); e, e) conseqüência de severasdificuldades em formar representações ícones entre as primeiras representações mentais eáreas somáticas (Aulagnier, 1981, citada por Maratos, 199

      Diferentes teorias psicanalíticas sobre a etiologia do autismo. Impressionante como tanta gente diferente, fruto de milhões de anos de evolução, tornando-se a mais bela obra prima intelectual da mãe natureza conseguem todos estar errados e ter contribuído minima ou nulamente para o avanço da humanidade.

    13. il, reconheceu a presença,nas crianças com autismo, de características qualitativamente diferentes de outras criançasconsideradas psicóticas (Klein, 1965). Para a autora, o autismo era explicado em termos deinibição do desenvolvimento, cuja angústia decorria do intenso conflito entre instinto de vida ede morte. Supunha, tal como Kanner (1943), que tal inibição seria de origem constitucional aqual, em combinação com as defesas primitivas e excessivas do ego, resultaria no quadroautista

      A hipótese de Klein

    14. ida. Entretanto, essasmesmas observações levaram à hipótese de que haveria uma ligação entre autismo e depressãomaterna (Kanner & Eisenberg, 1956). O mecanismo que embasa essa noção é o de que adepressão interfere na capacidade materna para cuidar e envolver­se emocionalmente com oseu bebê.

      Referência para a Letícia sobre as considerações iniciais do papel afetivo da mãe na etiologia do autismo.

    1. onsidera as-sim que: o autismo é causado por um déficit cognitivo cen-tral; o déficit é a capacidade de metarepresentação; e essacapacidade de metarepresentação é necessária nos padrõessimbólicos e pragmáticos.

      Para Baron-Cohen as deficiências comunicativas e sociais do autistas provêm de um déficit na sua capacidade de metarepresentar o estado dos outros, referindo-se assim as problemáticas na teoria da mente dos autistas. Ressalta que a metarepresentação é necessária para produção de padrões simbólicos e pragmáticos

  8. May 2020
    1. A pesquisa qualitativa preocupa-se, portanto, com aspectos da realidade que não podem ser quantificados, centrando-se na compreensão e explicação da dinâ-mica das relações sociais.

      perfeito

  9. Apr 2020
    1. Asa result, they attributed an important impact on delay indiagnosis to these experiences. This is in agreement withprevious studies

      Temos outros estudos que mostram isso também

    2. Only one-third (36.9%) of the children firstseen by a pediatrician were further evaluated or referredfor suspicion of atypical developmen

      Os especialistas parecem não estar preparados também

    3. delay in verbal speech; failure to respond to his/hername; and lack of eye contact and agitatio

      Aqui as autoras explicitam quais eram as preocupações por parte das mães que elas estavam procurando.

    4. How old was your child when you first suspectedof any strange or atypical behavior

      Pode ser coisa da minha cabeça mas eu não sei se essa pergunta é uma boa pergunta. Muitas mães desconfiam de atipicidades comportamentais em suas crianças, em parte por conta de uma falsa ideia de um perfeito desenvolvimento comportamental difundida, indicando que todas as crianças deveriam fazer tal coisa de tal forma em tal idade, suprimindo variações culturais, sociais, alimentares, genéticas entre outras. Pode enviesar também ao passo que caso seja explicitado o tópico da entrevista (autismo, percepção das mães e diagnóstico), as mães tendam a responder de forma positiva, considerando que elas já sabem que seus filhos são autistas

      Faltou perguntar também se elas tinham conhecimento de quais eram os sintomas dos autistas.

    1. Losapio e Pondé (2008) e de Castro-Souza (2011)

      O primeiro é de tradução do questionário e o outro é de análise da evidência dos itens com a população brasileira, levando em conta diferenças culturais, econômicas e sociais.

    2. o estudo de Canal-Bedia et al. (2011) adap-tações culturais no M-CHAT foram necessárias e no de Kara et al. (2014) o resultado obtido foi considerado mais preciso quando o questionário foi preenchido por profissionais de saúde a partir da entrevista conduzida com os pais

      Obteve-se melhor resultado quando o questionário era preenchido por um profissional da saúde, mesmo que a base seja os pais

    3. Cabe ainda dizer que apenas estudos sobre o ADEC (Hedley et al., 2015, Matson, Wilkins, & Fodstad, 2011; Nah et al., 2014) e o M-CHAT (Inada et al., 2011) apresentaram dados sobre convergência e/ou divergência com outros instrumento

      Apesar do uso conjunto com outros instrumento ser corriqueiramente recomendado e gerar resultados melhores, somente o M-CHAT e o ADEC possuem estudos sobre as convergências e divergências com outros estudos

    4. Perera et al. (2009) consideram que uma das razões para a baixa sen-sibilidade (0,25) do M-CHAT encontrada no Sri-Lanka talvez seja a diferença cultural e social

      Isso ocorre no brasil?

    5. No entanto, os resultados apresentados por Feldman et al. (2012) indi-cam que o POEMS apresenta melhor sensibilidade e especificidade a partir dos 12-18 meses de idade (Tabela 3). O POEMS é o único instrumento Nível 2 baseado na observação dos pai

      Este pode ser um bom teste para se traduzir em uma situação onde o conhecimento geral da população a respeito dos sinais do autismo é baixo, por motivos de um resultado provindo de um teste com boas propriedades psicométricas possuir uma boa fidedignidade.

    6. sendo 21 sobre construção e/ou evidências de validade, quatro sobre tradução e/ou adaptação e nove que apresentaram a aplicação do(s) instrumento(s) em diferentes contex-tos. Os Estados Unidos concentram o maior número de publicações. A Psicologia aparece como a área que mais publica. No entanto, nenhum estudo dessa área é brasileiro

      21 de construção ou evidência de validade, 4 de tradução e adaptação e 9 de aplicação em diferentes contextos; OS EUA são os que mais produzem; A Psicologia é a área que mais produz, Nenhum estudo dessa área - Psicologia - é de origem brasileira. Muito importante essa informação

    7. Essa confirmação é possível já no final do segundo ano de vida da criança, embora a idade média de diagnóstico seja de 5,7 anos (Shattuck et al., 2009)

      Isso é extremamente interessante. Apesar de ser possível obter um resultado com considerável grau de confiabilidade já no final do segundo ano de vida, ele costuma ocorre três anos mais tarde. Por quê? Não me parece ser problema dos instrumentos

  10. Mar 2020
    1. The fair innings argument requires that everyonebe given an equal chance to have a fair innings, to reach the appropriatethreshold but, having reached it, they have received their entitlement

      Estabelecemos um valor mínimo para sabermos se podemos ou não julgar como válido o não salvamento

    2. However, it is important to be clearthat the anti-ageist argument denies the relevance of age or life expectancy as acriterion absolutely. It argues that even if I know for certain that I have only alittle space to live, that space, however short, may be very precious to me.Precious, precisely because it is all the time I have left, and just as precious tome on that account as all the time you have left is precious to you, howevermuch those two timespans differ in length

      O argumento anti-idade desconsidera completamente duas características: a relevância da idade,e a expectativa de vida do sujeito. O tempo de vida restante, mesmo que curto, é igualmente valioso tanto para o velho quanto para o novo...Mas talvez isso não caiba se ele apenas souber ponderar/valorar?

    3. But suppose a reliableastrologer could make very realistic estimates or, what amounts to the samething, suppose the age range of the students to be much greater, say 17 to 55.Does not the invidiousness of selecting by birth-date remain? Should a 17-year-old be saved before a 29-year-old or she before the 45-year-old and should the55-year-old clearly be the last to be saved or the first to be sacrificed?

      Interessante! Uma pessoa de 17 que viva até os 55 deve ser escolhida ao invés de uma pessoa de 55 que viva até os 77? Tempo de vida restante pode não ser uma boa opção, SE analisado sozinho. Probabilidade é mais realista

    4. One indicates a preference for the young on thegrounds that they have a greater expectation of life if they are restored to health.The other favours the young simply because their life is likely to be fuller andhence more valuable than that of the older person. Another consideration towhich many will want to give some weight is that of the number of peopledependent on or even caring about a potential victim. It is sometimes alsoconsidered relevant to give weight to the patient’s probable usefulness to thecommunity or even their moral character before a final decision is made. And ofcourse these considerations may be taken together in various combinations

      Um conjunto de fatores (idade, valor para a comunidade, número de dependentes, possibilidade de recuperação, caráter, etc) são considerados para tomar a decisão de salvar ou não uma vida

  11. Feb 2020
    1. Looking at historical trend in scholarship, it is evident that there has been consistent growth since 2000, strong growth since 2005, and incredibly strong growth in the past two years in the annual number of articles published per year. All but three of the 565 items in the bibliography were published since 1990, only 5% were published in the 1990s, and less than 10% between 2000-2004. The field began to emerge in 2005-2006, with 100 publications (18%), and continued to grow in 2007-2008, with another 132 publications (23%). But, the field is now in the midst of massive growth, with over 45% of its publications coming in just the past two years. The 127 publications in 2009 represents a 300% increase over the number published just five years earlier, and represents a 2,000% increase over the number published a decade before

      REF maravilhosa para falar sobre o crescimento do campo

    Annotators

    1. Um sistema criminal que levasse em conta as contribuições teóricas da Neurociência deveria abrir mão de trabalhar com o conceito de responsabilidade pelos atos passados e se colocar como consequencialista, de maneira que as penas/punições deveriam levar em conta, principalmen-te, as possibilidades de mudança de comportamento e/ou de o agente cometer novo ato ilícito.

      Um sistema criminal que se comprometesse a abraçar, mesmo que com cautela, os dados empíricos obtidos pelas neurociência seria levado a realizar mudanças na sua interpretação do crime e atuar em uma posição que o autor denomina de consequencialista

    2. O Neurodireito, segundo se entende, cumpriria exatamente esse papel. Trata-se de disciplina que teria objetivo de reunir estudos das mais diversas áreas neurocogtivas e comportamentais que auxiliem a rever os fundamentos e parte da dinâmica jurídica. Uma disciplina que fomentasse uma linha mais operacional para lidar com as complexidades do fenômeno jurídico que já não podem mais ser ignoradas, como o determi-nismo, vieses cognitivos e design da escolha pública, para citar apenas poucos exemplos. Mas, praticamente todas as áreas que se debruçam sobre o fenômeno jurídico podem ser sosticadas a partir do diálogo com o Neurodireito

      Parágrafo bonito, parágrafo formoso, parágrafo bem feito

    3. O pressuposto desse fundamento é a liberdade de escolha estribada no livre-arbítrio (aqui entendido como racionalidade livre de condicionantes biológicas). Em virtude do corte epistemológico do presente trabalho, porém, a abordagem limitar-se-á a algumas objeções sem aprofundar nas questões losócas do livre-arbítrio

      Ele esclareceu o que ele está levando em consideração quando fala sobre livre-arbítrio, racionalidade livre. Desta forma, contextualizou o leitor sobre os termos e tema, além de poder, sobre esta explicação, desenvolver o texto. Logo a seguir, ele se livrar de críticas e pontas soltas ao estabelecer limites para sua aproximação

    4. avai-lability cascade). O termo foi cunhado por Cass Sunstein e Timur Kuran em 1999, para designar a transposição de vieses convencionais para políticas públicas e mostra que a importância de uma ideia está ligada, em geral, à sua frequência de disponibilidade, isso é, à quantidade de vezes que é apresentada e à facilidade com que é possível se recordar dela.22 Essa ideia revela que a importância de determinado assunto pode ser fabricada, aumentando-se ou diminuindo-se sua exposição ao público.2

      Isso é um exemplo de como podemos utilizar de achados científicos comportamentais e neurocientíficos para aprimorar nossas políticas públicas. Eu acho que já deixei isso claro la na abordagem neuro mas devo revisar e ter certeza

    5. mostrar-se-á que o Neurodireito, nos moldes concebidos nesse texto, possibilita uma releitura do Direito, a partir das contribuições de outros ramos do conhecimento psicológico-comportamental e neuro-cognitivo

      Precisamos expor esses e outros pontos em uma espécie de introdução e/ou conclusão, sendo recomendado também um retorno durante o artigo

    6. Uma concepção exata do que seria “Neurociência” está longe do consenso. O melhor é a designação plural, pois são várias “neurociências” (CHURCHLAND, Patricia Smith. Neurophilosophy: toward a unied science of the mind-brain. Cambridge, Mass: MIT Press, 1989)

      Não da pra falar de um consenso do que seria neurociência, preciso deixar isso claro no artigo. Gostei da saída dele em comentar isso e assinalar que será tratada como plural

    7. os recentes avanços da psicologia comportamental e das neurociências6 elevaram essa crítica a outro patamar. Perguntas sobre a regulação de conduta em face da forma como os seres humanos reagem a incentivos; o grau de racionalidade das decisões humanas; ou até que ponto os seres humanos podem ser responsabilizados por suas condutas; e sobre os tipos de vieses aos quais estão submetidos os juízes na hora de decidir, apresentam respostas bem mais atraentes e profundas que as teorias jurídicas tradicionais, além de terem suporte empírico mais vasto

      Isso daqui para ser utilizado no texto de Por que uma abordagem neurocientífica do crime

    1. Neuroscience will never fi nd the brain correlate of responsibility, be-cause that is something we ascribe to people, not to brains. It is a moral value we demand of our fel-low rule-following human beings. Brain scientists might be able to tell us what someone’s mental state or brain condition is but cannot tell us when someone has too little control to be held respon-sible. The issue of responsibility is a social choice. According to neuroscience, no one person is more or less responsible than any other person for ac-tions carried out. Responsibility is a social con-struct and exists in the rules of the society. It does not exist in the neuronal structures of the brain.

      PIKA

    2. The view of human behavior offered by neu-ro s c i e n c e i s at o d d s w it h t h i s p e r s p e c t ive . I n s o m e ways, it is a tougher view, in other ways more lenient. Fundamentally, however, it is different.

      A visão da neurociência sobre tomada de decisão se apoia em bases diferentes, fornecendo assim uma análise sob pretextos diferentes

    3. Our argument is that neuroscience can offer very little to the un-derstanding of responsibility. Responsibility is a human construct, and no pixel on a brain scan will ever be able to show culpability or not

      CAROOOOOLL PRA VOCÊ ESSA

    4. Although Ayer did not ex-plicitly discuss the brain’s role, one could make the analogy that those actions—and indeed those wills—that are caused by a disease-free brain are not constrained, even though they may be deter-mined. In this way, the brain is determined, but the person is free.

      Mano, eu com certeza não fui fã da explicação desse cara

    5. Free actions are those that are caused by in-ternal sources—by one’s own will (unless one is suffering from a disorder). Constrained actions are those that are caused by external sources—for example, by someone or something forcing you physically or mentally to perform an action,

      Eu achei essa ideia uma coisa bem supérfla e até mesmo idiota, pelo menos da forma que o Gazzaniga apresentou é claro.

    6. Neuroscientists must realize, however, that for any given brain state, the correlation of non-violent behavior could be just as high as the cor-relation of violent behavior.

      A correlação entre comportamentos criminosos e estado cerebral pode ser igual ou inferior a comportamentos não criminosos e o mesmo estado cerebral

    7. This kind of evidence seems to indicate that free will is an illusion. But Libet argued that be-cause the time from the onset of the readiness potential to the actual hand movement is about 500 milliseconds, and it takes 50 to 100 millisec-onds for the neural signal to travel from the brain to the hand to actually make it move, then there are 100 milliseconds left for the conscious self to either act on the unconscious decision or veto it. That, he said, is where free will arises—in the vetoing power. Neuroscientist Vilayanur S. Ra-machandran of the University of California at San Diego, in an argument similar to 17th-cen-tury English philosopher John Locke’s theory of free will, suggests that our conscious minds may not have free will but do have “free won’t.”

      QUE?? Não entendi muito bem ele explicando sobre os tempos mas entendi a ideia geral - creio eu.

      Interessante ideia e comentário sobre livre arbítrio

    8. Perhaps the most fundamental implication of 21st-century brain science is that a way may exist to evaluate free will.

      Ele explica em seguida, de forma superficial e parcial, como funciona o argumento do determinismo, expondo sua base no determinismo físico

    Annotators

    1. On the other hand, in the theoretical approach we understand the brain, its functions in the conceptual value. Such an approach is of particular importance in accentuating impact of brain on behavior

      Na abordagem teórica, os avanços consistem no melhor entendimento da correlação entre cérebro e comportamentos

    2. Recent researches in neurocriminology, are outlining implications not just for the field of criminology, but also for concepts of legal and moral responsibility, free will, and punishment. To this end, the legal implications of brain research, free will and the neural bases of antisocial or criminal behavior are of central importance

      Neurocriminologia fornece material para debate nos campos de liberdade, punição, culpabilidade.

    3. Neurocriminology studies the makeup and composition of the brain and looks for correlations between characteristics of the brain and criminal behavior.

      Acho que essa é uma boa definição de Neurocriminologia

    4. Neuroscience has shed light of enquiry on how the brain and certain mental processes can work, and it follows understanding structure and function of the brain.

      A neurociência ajuda a correlacionar certas funções cerebrais com a estrutura cerebral, investigando tanto em termos anatômicos quanto em termos funcionais. Isso é possível como neuroimagem, tipo a fMRI

    5. Intellectual Property Law, Tort Law, Consumer Law, Health Law, Employment Law, Constitutional Law, and Criminal Law

      Campos de atuação atual da neurociência, bem diferente do que era no começo. O Goodenough fala de cada um no Law and Cognitive Neuroscience

    6. With these new imaging techniques, researchers interested in the function of the human brain were presented with an unprecedented opportunity to examine the neurobiological correlates of human behaviors. Essentially, neuroimaging methods create visual brain delineation and the imaging specialist interprets it.9 I

      A autora destaca a importância das imagens para a análise de conduta

    7. Neuroscience is a natural science which based on experiment and indicative statements; while law is a humanities' science according to obligations, arising from the collective wisdom and abstract propositions

      Caraca, isso daqui é um bom debate. Mas eu não sou muito a favor das ciências humanas proverem do conhecimento coletivo e proposições abstratas

    8. Neurolaw is an attempt to know the relationship between law and brain by taking into account neuroscience findings.4 In fact, neurolaw explores the effects of discoveries in neuroscience on legal rules.5

      Delimitação do campo fornecido pela autora. Eu posso vir a citar diretamente ela e aí mostro que essa definição instaura a problemática de estabelecer o ano de 1991 como inicio da neurolaw meramente pelo fato do termo ser cunhado

    9. ffering more comprehensive, accurate approach to legal phenomena; that all put forward a more accurate evidence for legal process, and a fairer justice system

      A neurolaw contribui para uma justiça mais precisa, justa e compreensiva

    10. facilitates the pathway to better understanding of human behavior in order to regulate it accurately through incorporating neuroscience achievements in legal studies

      Definiu um dos efeitos da Neurolaw

  12. Jan 2020
    1. but neuroscience will also challenge us to ask new questions altogether. For instance, what is the legal relevance of brain biomarkers for Alzheimer’s disease? What are the ethics of growing human neuron cells in nonhuman animals? How should the law govern brain-machine interfaces?

      Devemos começar a fazer novas perguntas, não somente responder as antigas

    2. publications with brain in the title have been around for over a century, but that a steep rise in publications began in the 1960s. Moreover, we see that the rate of increase in publishing books involving the brain has outpaced the general increase in published volumes since 2000. This suggests increasing growth and interest in research on the brain.

      Legal para argumentar caso fale desse crescente interesse

    3. n extended treatment could consider many more topics, including situating neurolaw within the much longer history of medicine and law;121 nineteenth-century investigations into the moral sciences;122 the development of toxicology in the nineteenth century;123 early neuroscience research to find the seat of consciousness;124 brain death;125 connections with the literature on the ethical, legal, and social implications of genetics;126 history of expert witnesses;127 FDA and drug development;128administration of antipsychotic drugs;129 and the use of “facilitated communication” with autistic individuals.13

      Uma ligeira amostra de como a história da relação entre direito e neurociência é vasta e antiga, fornecendo material para debates já existentes e/ou iniciando novos

    4. The short answer, overlooking the twists and turns across many state courts, is that admissibility was the result of extensive collaboration between the forensic neuropsychology community and practicing attorneys.120 It seems a safe bet that the future admissibility of novel neuroscience testimony will also depend on the quality of the interdisciplinary dialogue in the decades to follow.

      Com base em uma grande interação e apoio entre os neuropsicólogos e os advogados foi possível introduzir tais evidências

    5. Recent empirical data show that, even today, neuropsychology testimony is far more frequent than neuroimaging evidence. Francis X. Shen, Neuroscientific Evidence as Instant Replay, 3 J.L.&BIOSCIENCES 343, 347 (2016) (arguing that more attention should be focused on “the types of evidence that lawyers are actually using”). 114. See D.O. Hebb, Neuropsychology: Retrospect and Pr

      Muito interessante

    6. Insurance companies and attorneys representing defendants were concerned that the advent of neuropsychological testimony would be bad for business. Thus, judges soon began to hear evidentiary arguments against the admissibility of neuropsychological testimony.117 By 1999, it was observed that “the legal environment pertaining to clinical neuropsychology is in a state of flux.”118

      A oposição também constitui-se como força motora do desenvolvimento, de tal forma que podemos esta influência nos questionamentos sobre a "legalidade" de tais evidências

    7. ast historical moment I consider in this Article is the most recent: the emergence in the 1980s and 1990s of forensic neuropsychology in civil litigation.

      Pelo jeito vai ser necessário eu averiguar de forma mais direta essa relação entre Neuropsicologia e Direito, principalmente pelas vias forenses

    8. Accepting that we will require only partial knowledge does not tell us when we have sufficient knowledge to proceed. At what point can we be sufficiently confident in the neuroscientific findings that we should change legal doctrine or practice? Answering this question remains a central challenge for neurolaw.

      Muito interessante

    9. The law’s flirtation with the lobotomy in the 1940s and 1950s rightfully raises concern about prematurely embracing the promises of brain science

      Outro exemplo de interações entre ciências do cerebro e direito é a lobotomia.

    10. Before EEG, and “[u]ntil the 1950s, individuals with epilepsy were legally denied the right to marry, the right to drive a car, and the right to obtain employment.”52

      Esta pode ser uma boa forma de argumentar que a neurociência tem interagido com o direito a um bom tempo, e fornecendo ferramentas poderosas para uma legislação que abrace indivíduos e casos antes negligenciados e/ou excluídos. É interessante a forma como os achados neurocientíficos podem influenciar inclusive em direitos civis básicos como conseguir um emprego, casar e dirigir um carro.

    11. Before 1950, there were just eight reported cases making mention of EEG. The use of EEG, however, has risen every decade since, with nearly 2,000 total reported cases through 2016.

      Referência para falar sobre a INSERÇÃO DE EVIDÊNCIAS NEUROCIENTÍFICAS

    12. rather than clarify legal doctrine, biological theories of mental disease “obscured as much as they revealed about what distinguished the normal from the pathological.”38

      O inicio da amizade entre juristas e médicos trouxe mais perguntas do que respostas, principalmente no que concerne a diferenciação entre patológico e normal

    13. At what point do we draw the line between a criminal defendant who had the capacity to do otherwise versus a defendant who (due to his “insanity”) did not really make a “choice” in the way that criminal law requires for culpability? Modern neuroscience—despite its many advances—still cannot answer this question either.

      Esta afirmação, penso eu, indica que desde o os momentos mais juvenis da interseção entre os campos, responsabilidade sempre acabou por ser um tema relevante e controverso.

    14. First, without the necessary tools for examining brain cells, it was difficult to confidently identify the abnormal brain function allegedly contributing to the illegal act. Second, even if mental disease could be established, it was not clear how that should affect determinations of culpability.

      Aqui podemos notar o quão importante foi o desenvolvimento de tecnologias capazes de fornecer uma investigação empírica e correlacional, e.g. fMRI, entre cérebro e comportamento criminoso

    15. (1) foundational medico-legal dialogue in the nineteenth and early twentieth centuries, (2) the introduction of electroencephalography evidence into the legal system in the mid-twentieth century, (3) the use of psychosurgery for violence prevention in the 1960s and 1970s, and, most recently, (4) the development of neurolaw in personal injury litigation in the late 1980s and 1990s.

      Ele vai analisar essa quatro momentos e depois debater sobre o que eles podem nos dizer sobre o futuro da neurolaw.

      Ficar de olho em datas e locais dos eventos, caso sejam a maior parte referidos a EUA, há necessidade de averiguar tais eventos em outras localidades. Caso seja escasso o material encontrado, pensar na hipótese de uma maior aceitação nos EUA mas não em outras partes do mundo, porém isso pode ser em parte contrastado quando apresento os estudo do Iran e Eslovênia.

  13. Dec 2019
    1. Some modern criminologists do consider genetic predispositions (including testosterone and IQ levels), but they look at the interplay between these factors and a person’s social environment rather than focusing on seemingly immutable traits

      Fazer com que essa visão seja clara no artigo. Da pra escrever umas partes dentro da abordagem neurocientífica sobre isso.

    2. Contemporary criminologists believe that policies based on rational choice theory should have more modest, specific targets and focuses.

      Isso daqui me deu a ideia de que podemos falar de medidas preventivas específicas para um determinado público, ao invés de pegar uma coisa e generalizar para grupos tão diversos. Não só medidas preventivas, políticas em geral, até mesmo as "punitivas" e as terapêuticas.

  14. Aug 2019
    1. One of the most important critiques raised by these scholars, and recognized incourt proceedings, is that there exists a long chain of inference from the fMRIscanner to the courtroom. Functional brain imaging is not mind reading (at least notin the broad sense of that term). While fMRI can accurately measure changes inblood flow and oxygen levels, interpreting those changes as reliable indicators ofparticular types of thought, or as reliable indicators of what a region of the brainis actually doing, requires a series of inferential steps that are not entirelystraightforward.Because the most legally relevant thoughts are likely to be those that occurred inthe past (such as those reflecting the mental state of a defendant at the time of analleged transgression) brain scans taking place long after the behavior may be oflimited diagnostic or forensic use. Even if one accepts a given scanner task aslegally relevant, the particular images shown in court may still be problematic.Images can be no better than the manner in which the researcher designed thespecific task or experiment, deployed the machine, collected the data, analyzed theresults, and generated the images.In addition, making individualized inferences, as law is typically required to do,from group-averaged neuroscientific data presents a particularly difficult problemfor courts to overcome (Faigman 2010). For instance, just because a particularpattern of neural activity is associated, on average at the group level, with impaireddecision-making, it does not necessarily follow that a defendant before the courtwhose brain scans produce the same neural patterns necessarily has such a cognitivedeficit. As neuroscientists begin to further explore individual differences in brainactivity (Hariri 2009), the “group to individual” inference problem will remaincentral in applying neuroscience to law.

      This is very IMPORTANT if we wanna understand the limitations of NeuroLaw

    2. The advance of social neuroscience generally, and legalapplications in particular, has also been met with significant ethical concerns(see, e.g., Illes 2006; Farah 2002; Roskies 2008; Moreno 2003; Kennedy 2004;Uttal 2003).6

      Maybe we can find some reference to Ethical problems involving NeuroLaw

    3. Neuroscientific evidence has also been integrated into civil litigation. For exam-ple, the term “neurolaw” was coined at least as early as 1995, when attorneyJ. Sherrod Taylor (1995) discussed the implications of advances in neurology forcivil litigation. Since the early 1990s, a publication calledThe Neurolaw Letterhascirculated among personal injury lawyers and medical professionals, and The BrainInjury Association of America has been sponsoring conferences for over twodecades to bring lawyers up to speed on developments in brain science.Across

      The history of NeuroLaw - OBS: I found a good article from Shen

    4. Until quite recently, brain structure and function werestudied separately, inasmuch as it was hard to study structure without a dead brain –and hard to study function with one. Advances in x-ray technologies opened a windowon the structure of living brain tissue. But subsequent advances in techniques, such asfMRI, now enable noninvasive brain-imaging that reveals not only a person’s brainstructure, but also how a person’s brain is (and is capable of) functioning

      The importance og fMRI to the study of brain

    5. The emerging field of law and neuroscience is being built on a foundation joining:(a) rapidly developing technologies and techniques of neuroscience; (b) quicklyexpanding legal scholarship on implications of neuroscience; and (c) (more recently)neuroscientific research designed specifically to explore legally relevant topics.

      NeuroLaw is being built over:this topics

    6. Interest in neuroscience in the U.S.stems generally from the intersection of two things. First, the criminal and civiljustice systems rely, critically and fundamentally, on the mental operations of itsmany participants – judges, jurors, lawyers, defendants, law enforcement officers,court officials, and witnesses. Second, new technologies enable unprecedentedinvestigation and observation of how (and sometimes how well) those mentaloperations occur.

      The interest behind the application of neuroscience in the U.S come from a intersection between two things:

    7. This vivid interest in neurolaw, from both scholars and practitioners, is born of thetechnological developments that allow noninvasive detection of brain activities.

      The development of noninvasive technology is one of the reasons why we have this increasingly interest in the intersection of law and neuroscience.

    8. his chapter provides an overview of notable neurolaw developments in theUnited States. The chapter proceeds in six parts. Section 1 introduces the develop-ment of law and neuroscience in the United States. Section 2 then considers severalof the evidentiary contexts in which neuroscience has been, and likely will be,introduced. Sections 3 and 4 discuss the implications of neuroscience for thecriminal and civil systems, respectively. Section 5 reviews three special topics:lie detection, memory, and legal decision-making. Section 6 concludes with briefthoughts about the future of law and neuroscience in the United States.

      Summary

    9. Just in calendar year 2010, the U.S.legal system saw its first evidentiary hearing in federal court on the admissibility offunctional magnetic resonance imaging (fMRI) lie-detection evidence; the firstadmission of quantitative electroencephalography (qEEG) evidence contributingin part to a reduced sentence in a homicide case; and a U.S. Supreme Court rulingexplicitly citing brain development research.

      The importance of 2010 for NeuroLaw. Also, read the paragraph below

    1. Another study, published earlier this year by Mikko Laasko and his colleagues at Kuopio University Hospital in Finland13, used MRI to look at the volume of the hippocampus, part of the limbic system, in 18 male alcoholics who averaged a score of 31.2 on the PCL-R scale. There was a strong correlation between the PCL-R score and hippocampal shrinkage, but the conclusions were confounded because of the subjects' alcoholism.

      Same Thing

    2. Again, the volunteers had not been rated using the PCL-R, and shrunken prefrontal cortices are also associated with substance abuse — so the finding could merely indicate an association between drug-taking and APD

      Substance Abuse in adolescence and shrinkage at the prefrontal cortice

    3. The two theories may not be mutually exclusive, Blair points out, as the orbitofrontal cortex, which does the 'thinking', and the amygdala, which does the 'feeling', are highly interconnected.

      Same Thing 2

    4. The other theory, promoted by James Blair of University College London, holds that the fundamental dysfunction lies within the amygdala, a small almond-shaped structure that plays a critical role in processing emotion and mediating fear. Recently, using PET scanning, Blair has shown that activation of the amygdala in normal volunteers is involved in responding to the sadness and anger of others10, and he hypothesizes that amygdala dysfunction could explain the lack of fear and empathy in psychopaths.

      Same Thing

    5. Among researchers who are starting to explore this area, there are two main theories of psychopathy. One, championed by Adrian Raine of the University of Southern California in Los Angeles and supported by the work of Antonio Damasio of the University of Iowa, gives a starring role to a brain region called the orbitofrontal cortex (see diagram, right). This is part of an area of the brain, known as the prefrontal cortex, involved in conscious decision-making. Damasio has shown, for example, that patients who have suffered damage in this area early in life have severe social behavioural problems and can be very aggressive9.

      Keep an eye on it

  15. Jul 2019
    1. n the context of litigation and tort, issueswith bearing on claims for civil liability arereceiving attention. One such target is the psy-chology of bias and discrimination, particularlyin the context of America’s great challengeof racial bias.

      Neuroscience applied to Law: 2.13) How can neuroscience help in questions that are not in courtroom

    2. “un-derstood as the view that all human activity isdetermined via neurophysiological states of thebrain and central nervous system” (pp. 30–33).Kenny argues that physiological determinism iscompatible with a kind of philosophic freedomof will and further concludes that “the issue ofdeterminism is irrelevant to the question of re-sponsibility. The bogey of determinism cannotbe used as an argument against the ascriptionand assessment of responsibility”

      Analyse Kenny's argument and search for Michael Gazzaniga

    3. At a more sophisticated level, some au-thors have argued that a better understandingof the mechanisms of inhibition and control willnecessarily change how we view those personsin whom those mechanisms have failed

      IMPORTANT

    4. As neuroscience providesbetter models of the pathways that lead fromsensory input through thought and on to ac-tion, these models can challenge some of our as-sumptions about free will, and with them a per-ceivedpremiseofourpunishment-basedsystem(Greene & Cohen 2004, Sapolsky 2004)

      VERY IMPORTANT - Neuroscience applied to Law: 2.12) Neuroscience is fucking our notion of free will and reponsability

    5. As astarting point, neuroscience can help us estab-lish the underlying policies and fix the bound-aries around certain kinds of behaviors that wemight choose to penalize

      Neuroscience applied to Law: 2.11) Policies based on neuroscientific data

    6. Cognitive and behavioral knowledge of thiskind could be helpful in various criminal lawcontexts. We need better feedback betweenpolicy, law, and good empirical data. A concern,however, arises when the issue becomes politi-cal, and the kind of recrimination and science-for-hire problems that have beset topics suchas tobacco use and global warming come to thefore. The problems that such controversies can

      VERY IMPORTANT

    7. any critics—along with a surprising num-ber of judges and other people involved in thesystem—are eager to find better approaches fordealing with the mental health, drug, and youthoffender problems that are implicated in such alarge part of the criminal dockets in state andfederal courts. They are also eager to find newdiagnostic and prediction tools that can enablesociety to do a better job distinguishing be-tween those for whom some treatment modelmay work and those for whom incarcerationis the best option after all.

      Neuroscience applied to Law: 2.10) Neuroscience within the field of criminal law

    8. Brown &Murphy (2010) suggest that neuroscience ev-idence is most likely to be admitted when itis linked with behavioral indications and cor-related with psychological measures, forminga complete picture in which the neuroscienceis just a part.

      Neuroscience applied to Law: 2.9) The admissibility of neuroscientific data

    9. But a potential for prejudice does notmake neuroscience evidence inadmissible perse. That would be the case only if the potentialfor prejudice substantially outweighs the pro-bative value. If the process adheres to the evi-dence rules and case law and the litigants takethe time to educate the jurors, Feigenson (2009)argues that the overall result is likely to be thatjurors’ biases and misunderstandings are betterheld in check by more information rather thanless

      IMPORTANT

    10. Scientific evidence in general can some-times be overly persuasive, even when pre-sented by a careful expert in a responsiblemanner (Boudreau 2009). Many believe thatthe cachet of science is even more pronouncedwhen it comes to the study of the brain. Sup-port for this effect was given by Weisberg et al.(2008), who showed that adding neuroscientificexplanations to otherwise commonplace behav-ioral observations made them seem more au-thoritative.

      IMPORTANT

    11. Although relevant, evidence may be excludedif its probative value is substantially out-weighed by the danger of unfair prejudice,confusion of the issues, or misleading the jury,or by considerations of undue delay, waste oftime, or needless presentation of cumulativeevidence

      Neuroscience applied to Law: 2.8) The evidence will be prejudicial in any way?

    12. Even the best neuroscientific studies areoften based on data gathered across manysubjects, and they may not be probative whenoffered as proof about the characteristicsof a particular subject in the case at hand

      VERY IMPORTANT PART 2

    13. What specific legal questions do the im-ages purportedly address?What, specifically, do the images al-legedly demonstrate, and how well doesthat connect to the legal issues at hand?

      VERY IMPORTANT

    14. Even when the science on offer isdeemed reliable enough to pass muster, the rel-evanceprongoftheadmissibilitytest(Rules401and 402 in the federal system) requires that itbe probative of some fact at issue in the case

      Neuroscience applied to Law: 2.7) Is the results relevant?

    15. Vul & Kanwisher (2010), following theuproar over Vul’s earlier work, offer methodsto identify this error in experimentation and toprevent the error in design.

      Alisson...investigate this shit please

    16. n federal courts and in amajority of the states, the law of admissibilityfor scientific evidence is grounded inDaubertv. Merrell Dow Pharmaceuticals, Inc

      Neuroscience applied to Law: 2.6) The scientific validity of neuroscientific results

    17. These include (a)theability to reliably replicate the scientific resultsin repeated tests, (b) validation of the methodsby peer review and publication, (c) the error rateincorporated into test results, and (d) generalacceptance within the relevant field.

      VERY IMPORTANT

    18. Getting neuroscientific results intothe courtroom in a specific case raises severalissues for the law of evidence. The science it-self must meet tests of reliability and accep-tance, and its application to the legally relevantquestion must also be established

      Neuroscience applied to Law: 2.5) The uses of neuroscientific data as evidence

    19. Aronson (see Aronson 2010 in this volume) pro-vides an in-depth discussion of the science andpolicy behind the use of neuroscience evidencein the courtroom and in a variety of other legalcontexts

      Let's search for this guy

    20. Phelps & Sharot (2008) have shown thatsubjects’ memory confidence is directly pro-portional to the emotional content or effectof the experience remembered, but such con-fidence has only limited correlation to actualaccurac

      VERY IMPORTANT...but we have to analyse better

    21. The reliability of memory is of greatinterest to court proceedings. Neurological andbehavioral studies bring our assumptions aboutaccuracy into question

      Neuroscience applied to Law: 2.4) Reability of our memory, studies about memory and eyewitness testimony

    22. The law has struggled withthe problem of false or implanted memory—untrue, but honestly held by a witness. De-veloping means to distinguish such memories,both from truly witnessed facts and from inten-tional deception, would be a worthy target forthe future of neurolaw.

      VERY IMPORTANT