Número de passos, minutos de exercício, quanto tempo em sono profundo, quanto tempo em REM, as músicas em rankings de mais ouvidas do ano, os livros que terminamos devidamente avaliados com estrelas, e todo a vertigem de imagens, lugares, rostos, encontros. Somos a mais completa pesquisa científica de nós mesmos.
Interessante isso. Será que precisamos de algo como esqueça os rankings na linha de esqueça os mestres?